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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Marilyn Monroe

"Eu pareço feliz? Você quer que eu seja? Bom, porque na minha infância ninguém queria. Eu era uma garota solitária com um sonho que despertou e agora estou o tornando realidade. Eu sou Marilyn Monroe. Leia a minha história de Cinderela


" Em sua autobiografia, Movie Stars, Real People and Me,"

"Monroe começou seu próximo filme. Durante sua pausa, ela passou o verão com Miller em AmagansettNova York. Ela sofreu um aborto espontâneo em 1 de agosto de 1957."

"Ela desenvolveu uma amizade com Lemmon, mas ela não gostava de Curtis, depois de ouvir que ele havia descrito suas cenas de amor como "Ela parece estar beijando Hitler""
"Ele comentou, "Aquele set foi um horror, uma doença atrás da outra, tristeza, lágrimas. Nunca imaginei ver Monroe daquele jeito".226
Em 19 de maio de 1962, ela participou da festa de aniversário antecipada do presidenteJohn F. Kennedy no Madison Square Garden, por sugestão do irmão, Peter Lawford.227Monroe cantou "Happy Birthday, Mr. President", juntamente com um versículo escrito especialmente baseado numa canção de Bob Hope, "Thanks for the Memory".228 Kennedy respondeu ao seu desempenho com a observação:"

O que eu tenho a dizer sobre Marilyn? Ela foi uma mulher incrível, e eu só consigo imagina-la, de frente às câmeras, sorrindo, mostrando-se diva, enquanto, fora das telas, morre por dentro. Sua inocência deixando-a apavorada, e mesmo com os vícios em drogas, havia momentos lúcidos e desesperados, como de um escravo tentando se libertar antes de ser levado ao 'inferno'. 
As biografias que eu li da mesma, foram profundas. E suas histórias me encantaram. 

"A amiga e secretária de Marilyn Monroe, Patricia Newcomb, disse que Monroe fez um pedido sem sucesso para que um repórter de sua entrevista colocasse um artigo sobre oque ela acreditava e disse: "O que eu realmente quero dizer é que o mundo realmente precisa é de um verdadeiro sentimento com o próximo.289 Todos, como: estrelas, operários, negros, judeus, árabes. Somos todos irmãos. Por favor, não faça piada, termine a minha entrevista com oque eu acredito."290"

Olha, eu tenho minhas dúvidas. A mulher escreveu uma carta para Joe, e se drogou durante as noites. Então, eu imagino que sim. Que ela pretendia voltar com ele, entregar a carta, mas acabou desistindo. Acho que sua doença estava matando-a, e depois de três crianças perdidas, ela deveria estar um caco. Seus problemas psiquiatricos, suas lembranças de família, o mundo a rejeitando. Ela estava em uma fase de depressão.Sim laura!!! você disse tudo. Eu me irrito quando as pessoas vêem a Marilyn como um "grande ícone" ou "inspiração" pq a graça na Marilyn era exatamente essa... Ela era totalmente mulher, comum. Passou a vida toda atrás do amor, atrás de alguma coisa que fizesse sentido. Tinha ambição também, isso é inegável. Luxúria. Foi enganada, trapaceada. Meu coração dói toda vez que leio sobre a conversa dela com a amiga dela "Can you just see me as first lady?"
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Laura Aquino Eu me arrepio toda! Meu Deus, a mulher passou a vida toda, lutando por seu sonho. Querendo ser alguém na vida, teve traumas psicológicos, 3 divórcios, dois abortos espontâneos e viveu doente. Viveu e morreu doente. Eles a chamam de grande ícone sexual, porque ela foi a primeira mulher a se mostrar sexy e "pousar para a playboy", sendo que ela era uma mulher inteligentíssima. Ela sempre se perguntou o porque só reparavam no corpo dela,e nunca na alma dela. Acho que a amiga que fazia a maquiagem dela até disse isso!
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Laura Aquino E na carta, que ela deixou depois de morrer? "Eu te amo, Joe." o primeiro amor da mulher, de décadas! Existiria, sim, um amor eterno? Depois de tantos anos...

"

"Ela não tinha dormido antes da madrugada. Não conseguiu, apesar do que tinha engolido para dominar o sono, mas o medo do sono, o entorpecimento, o abandono, os pesadelos. A pequena morte."

http://www.lpm.com.br/livros/Imagens/marilyn_monroe_biografia.pdf

One Day

“Foi um dia memorável, pois operou grandes mudanças em mim. Mas isso se dá com qualquer vida. Imagine um dia especial na sua vida e pense como teria sido seu percurso sem ele. Faça uma pausa, você que está lendo, e pense na grande corrente de ferro, de ouro, de espinhos ou flores que jamais o teria prendido não fosse o encadeamento do primeiro elo em um dia memorável.” Charles Dickens, Grandes esperanças — Eu posso imaginar como você vai ser aos quarenta anos — falou, um tom de malícia na voz. — Sei muito bem o que vai acontecer. Dexter sorriu sem abrir os olhos. — Então, diga. — Tudo bem... — Ela se mexeu na cama, o edredom preso nas axilas. — Você vai estar num carro esporte com a capota arriada em Kensington ou Chelsea, num desses lugares, e o mais incrível nesse carro é o fato de ser silencioso, porque todos os carros vão ser silenciosos em... sei lá quando... 2006? Ele apertou os olhos, fazendo a conta. — 2004... — E o carro está na King’s Road a dez centímetros do chão, sua barriguinha está espremida embaixo do volante de couro como uma almofadinha e você está com aquelas luvas sem dedos, já com cabelo rareando e sem queixo. Você é um homem grandão num carro pequeno, com um bronzeado de peru assado... — Vamos mudar de assunto? — E tem uma mulher ao seu lado, de óculos escuros, sua terceira... não, quarta esposa, muito bonita, modelo... não, ex-modelo, vinte e três anos, que você conheceu enquanto ela posava no capô de um carro num salão do automóvel em Nice ou coisa assim, muito bonita e burra como uma porta... — Não sei de onde você tirou essa ideia a meu respeito, você mal me conhece. — Eu conheço o seu tipo. Os dois juntos? Parecia pouco provável.

sábado, 29 de março de 2014

(Resenha) As Vantagens de Ser Invisível

As Vantagens de Ter um Amigo Como Charlie
29/03/2014

Queridos leitores,

No início do ano, terminei de ler um livro espetacular; As Vantagens de Ser Invisível. Eu confesso; Foi um livro lindo, e interessante. Eu fiquei totalmente encabulada com o final do livro, e digo a verdade: Não me surpreendi muito, porque algumas coisas já estavam na cara.
O que mais me deixou boquiaberta, foi que um livro de duzentos e poucas páginas, criou um universo paralelo tão confortante, que eu cheguei a chamar de lar.
Charlie é um anônimo que conta doces cartas de seu cotidiano, e demonstra seus sentimentos para o leitor.
Durante mais ou menos dois anos, Charlie anota suas opiniões e seus melhores momentos, sempre citando seus melhores amigos; Sam e Pat.
Simples e calmo, as cartas fazem que o leitor se sinta dentro da história, e se emocione junto com o garoto.
Charlie cita como foi seu primeiro amor, seus melhores amigos e como ajudou sua família, diversas vezes. Um CDF solitário, apaixonado por livros, totalmente apaixonante.
Mas, aliás, sabe qual a vantagem de ser invisível? É que só os certos podem te ver.

Livro curto, história longa,
Foi um prazer ler suas histórias, Charlie.
Com amor,
Laura.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Livro - O Mar É Nosso

Uma ilha assombrada, sereias canibais que arrancam cabeças, e uma misteriosa história de onde está Safira Amaldiçoada. Uma aventura de Capitão Anthonny Jones, com os irmãos Arrol, entre eles, piratas covardes e aventuras até nas entrelinhas.
Em meio às águas cheias de monstros e sereias, piratas e seus navios, em meio às guerras e a rivalidade salgada que há no mar. É inevitável arriscar-se em uma aventura com CAPITÃO Anthonny Jones e sua tão adorada casa navegável, Caveira Branca. Entre pó, cerragem, álcool, desejos carnais e perigo é melhor ter cuidado para não ser afogado. Mistérios, uma história de coragem, para homens covardes. Pegue sua espada, e embarque nessa. Afinal, O Mar é Nosso.

Após o sumiço de Maira Oliver, na amaldiçoada Ilha de Smith Raert, o desafortunado e rebelde Alexandre Arrol vai atrás de um objeto mágico, capaz de salvar vidas e mata-las. Uma sereia de cristal amaldiçoada pelos deuses marítimos, corre em mãos tolas, e Alexandre precisa capturá-las, enfrentando o motivo de seu maior ódio; Piratas. 
Alexandre vai atrás de seu irmão Thomaz, e descobre que o mesmo está condenado a anos em Caveira Branca, às ordens do nojento e mau carácter Capitão Anthonny Jones.
Numa aventura que será capaz de afogar uns e ressuscitar outros, Capitão Anthonny Jones e os Irmãos Arrol vão atrás de Maira, agora uma sereia totalmente assustadora e canibal, com poderes inacreditáveis.
Tudo estaria nos trilhos, se não fosse pelos segredos que cada um tem a esconder. Aos poucos, um jogo irá se formando entre companheiros de aventuras, e um irá se expirar. Aliás, os piratas zumbis já não são lá confiáveis, e piratas humanos que desejam sentir as vantagens de um golpe? Escolha suas armas, porque só estamos começando.

domingo, 2 de março de 2014

(Resenha) Rangers, a Ordem Dos Arqueiros

Filho de peixe...

Uma escrita calma, e um livro cheio de aventura. Em seu primeiro ano como aprendiz de Arqueiro, Will se sai muito bem, apesar que sua primeira escolha foi a escola de guerra. Após uma caça de um porco selvagem, Will e Halt perseguem um grupo de Kalkaras; Algo como macacos alterados na genética, com uma vontade de matar que escorrega em seus olhos. Depois de muito treino, Will mostra que foi realmente um bom aluno,e coloca em prática, tudo que aprendeu, e por um momento, é obrigado a pensar com a própria cabeça para salvar Halt. Um ótimo livro, leitura calma e rápida, e com um final, surpreendente.
O mais curioso, é que o autor soube caprichar no final, dando um "quero-mais", e me fazendo correr para ler o próximo livro. Totalmente enigmático Halt, com seu aprendiz Will, encaram novas aventuras no novo livro; Ponte Em Chamas.

O livro também gira em torno de Horace, em como ele é na Escola de Guerra e nos fatos que vão seguindo. Eu realmente adorei a cena em que Horace dá sua vingança com os garotos da escola de guerra, ou quando mata o porco selvagem. A ideologia do John foi muito boa, contando ainda mais com a história. Ele conseguiu criar um novo mundo, que poucos conseguem, e ainda mais; Mantê-lo durante um livro todinho. 
Assim como Percy Jackson, fiquei impressionada com o tanto de aventuras que aconteceu em tão poucas páginas. Mas, mesmo assim, me distanciei muito do livro, não foi uma leitura que me prendeu, mas consegui terminar. 

John, você está de parabéns. 
Nota; 9.0
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