sábado, 1 de março de 2014

Doce como Queijo

Era uma vez...
Ou duas,
ou três.

Na grande rua,
morava um jovem inglês.
Que gostava de admirar a Lua,
mas não só uma, e sim seis.

Apaixonado, sim.
Por mim.
Algo sem fim.
Simples e fácil assim.

E quem sou eu?
Eu sou a Lua.
É, Romeu.
Por que não me escolheu,
se sempre fui tua?
Por que nunca meu?

E a história se repete,
mastigada, como chiclete.
Como eu disse, mais uma vez.
Até que, cansada,
A lua de queijo, se desfez.

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